Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Erre Grande

Diário motivacional de quem sabe o que quer: viver, aprender e crescer profissional e pessoalmente.

Erre Grande

Diário motivacional de quem sabe o que quer: viver, aprender e crescer profissional e pessoalmente.

O multitasking é eficiente?

O multitasking é sinónimo de eficiência...será?

 

A nossa era actual é uma era fundada na multiplicidade de competências técnicas em que uma pessoa não é profissional apenas numa competência mas em várias. Esses vários conhecimentos permitem a pessoa fazer várias coisas e várias coisas ao mesmo tempo, num método

Contudo, o multitasking pode ser eficiente mas não esconde a realidade, pois temos uma pessoa a fazer várias coisas e ao mesmo tempo, logo tem mais trabalho para fazer. A contínua atribuição de trabalho com um prazo de entrega curto leva ao multitasking agressivo, sem pausas para descansar, o que leva ao stress. Com o stress, o trabalho não é produtivo, o que gera mais stress, que tem um efeito negativo no profissional, que mal olha para uma pilha de papéis já teme o resultado final: afinal, trabalhar aquela pilha de papéis não vai significar produtividade mas sim horas infinitas no escritório, incumprimento de prazos, ansiedade e mais stress. Em resumo, significa fracos resultados, o que gera descontentamento e dá direito a um raspanete do patrão, o que leva ainda a mais stress!

 

Afinal, será que o multitasking é bom e leva a mais produtividade?

 

Alguns artigos, como este e este, debruçam-se sobre a temática e apoiam-se em estudos desenvolvidos em universidades americanas, explicando que o multitasking não está a produzir os resultados do passado. Se antes o multitasking fazia as empresas crescer, agora está a matá-las. A crise e os constantes despedimentos colectivos sobrecarregaram os profissionais que até podem despachar trabalho mas a qualidade do seu trabalho fica áquem do esperado e das suas reais potencialidades.

 

Como podemos reverter este efeito prejudicial e fomentar o profissionalismo?

 

As soluções para esta nova problemática são várias e ainda pouco exploradas: contratações de colaboradores, formação para a gestão do tempo, flexibilidade de horários, redefinição da estratégia de produção da empresa, redução da oferta de serviços. Independentemente da solução encontrada, esta deve passar pela focalização no que interessa realmente na empresa e não na quantidade de tarefas a serem realizadas. As empresas podem pensar que o mercado de trabalho é uma corrida dos 100 metros para a medalha de ouro mas as empresas mais bem sucedidas sabem que o crescimento é primeiro que tudo sustentabilidade, algo que o multitasking não é.

 

Lancemos então o debate: o multitasking é praticado na sua empresa? O multitasking é mais benéfico ou prejudicial para o seu trabalho?