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Erre Grande

Diário motivacional de quem sabe o que quer: viver, aprender e crescer profissional e pessoalmente.

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O que fica bem a uma mulher?

Ontem vi bastante mulheres a partilharem este artigo do Público nas suas páginas de Facebook. Abri-o logo de manhã mas só tive oportunidade de ler à hora de almoço.

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Em dez pontos essenciais, tenho de tirar o chapéu à Alexandra Lucas Coelho, pois abordou muitos temas sobre o feminismo actual: o que é ser feminista, o que uma mulher tem de "aturar" hoje em dia numa sociedade actual só por ser mulher.

 

Para o ERRE, a mulher é um ser humano profissional capaz de reunir em si todas as competências necessárias para construir o seu futuro, independentemente da área que escolha, dos estudos que tenha, dos obstáculos que tem de enfrentar. Juntando a massa cinzenta com uma enorme determinação em concretizar objectivos, qualquer mulher consegue chegar onde quiser sem ter de ser mais ou menos mulher, mais ou menos masculina, mais ou menos independente, mais ou menos inteligente - e é exactamente por isso que esta crónica responde a muitas questões que as mulheres podem ter sobre si e a imagem que projectam para o mundo.

 

Aqui deixo a minha ideia preferida, que se encontra mais no final do texto:

 

A ideia de ter de escolher entre ser feminista e pintar as unhas ou receber flores, tudo isso me parecia uma ganga opressiva. Eu não queria a dama-de-ferro, a dona-de-casa, nem nenhuma outra gaveta, não queria pouco, como diz a canção do Caetano (falo de quantidade e intensidade / bomba de hidrogênio / luxo para todos). Queria ser o que me apetecesse, usar o que me apetecesse, dormir com quem me apetecesse, sem ninguém, feminista ou machista, vir ditar modelos, ou eu ter de encaixar. E continuo a querer, rapar o cabelo ou ser a rainha da Prússia. Nunca me deu para casar de branco, parece-me tão improvável quanto tatuar o corpo todo, mas acho lindo o branco e a tatuagem em quem quiser. Estamos vivas para todas as vidas.

O que é ser feminista em 2016? Lutar contra o abuso e para manter todas as possibilidades em aberto, casar com homem, com mulher, com deus, com ninguém ou mudar de sexo. Para que a única resposta quanto ao que fica bem a uma mulher seja: o que lhe der na real gana.