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Erre Grande

Diário motivacional de quem sabe o que quer: viver, aprender e crescer profissional e pessoalmente.

Erre Grande

Diário motivacional de quem sabe o que quer: viver, aprender e crescer profissional e pessoalmente.

Adoro Segundas-feiras #8

Quantas vezes pensamos nos nossos erros? Quantas vezes pensamos naqueles momentos embaraçosos que vivemos? Quantas vezes dizemos para nós próprios "porque é que eu fiz aquilo? porque é que eu não fiz aquilo? devia ter dito aquilo!".

Quantas vezes remoemos e remoemos estas perguntas na nossa cabeça e chamo-nos de estúpidos e parvos por termos dado aquele passo em falso?

Eu pelo menos já fiz isso muitas vezes. Mas cada vez que penso nas minhas asneiras, sei que pelo menos arrisquei. Sei que ficou uma lição para a vida, sei que para a próxima não cometo o mesmo erro e que até posso ajudar outros a não fazer o mesmo. Porque a vida é mesmo isso: mais vale ter histórias para contar dos erros que fizémos do que contarmos as histórias que poderiam ter acontecido, se ao menos tivéssemos arriscado.

As coisas boas acontecem e as coisas más também, mas pelo menos aproveitámos a vida como deve ser. Por isso, devemos arriscar e sempre!

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A sua empresa é das mais felizes?

O índice de felicidade no trabalho nem sempre é valorizado nas empresas, mas o projecto Happiness Works quer mudar isso e, por isso, voltou a publicar o ranking das 10 empresas mais felizes de Portugal.

 

É assim que começa um artigo publica pelo Jornal de Negócios, que escreveu sobre o TOP10 das empresas em Portugal onde os colaboradores se sentem mais felizes.

Quando o tema é a felicidade, não dá para ter uma definição única, pois o que é felicidade para uns pode não ser felicidade para outros. Afinal, o que é ser feliz no trabalho?

 

Foi ao ler este artigo que me pus a pensar sobre a minha situação e se era feliz no meu trabalho. E para se ser feliz temos de considerar várias variáveis que podem ter mais ou menos importância, considerando os valores de cada um:

- Sinto-me valorizado?

- O meu trabalho é importante para a empresa?

- O ambiente com outros colegas é um factor positivo?

- Estou a crescer no cargo que estou a desempenhar?

- Tenho oportunidades para crescer?

- É-me dada a confiança e liberdade necessárias para desempenhar o meu cargo?

- Sou independente?

- Tenho regalias monetárias que valorizo?

- Tenho estabilidade financeira?

- Sou pago de acordo com o valor acrescentado que trago à empresa?

- Consigo ter um bom equilíbrio entre vida pessoal e vida profissional?

 

Ao comparar várias variáveis, cheguei à conclusão de que estou satisfeita com a minha situação profissional, mesmo que esteja em início de carreira. Contudo, admito que há certos aspectos que gostaria de melhorar no meu trabalho e também na empresa onde estou. Alguns podem ser melhorados através da minha intervenção directa, outros talvez não, mas sinto que estou numa boa situação profissional, com perspectivas de melhorar.

 

Agora, devolvo a pergunta para vocês: olhando para estas questões como avaliam a vossa situação profissional? O que valorizam para a vossa felicidade profissional? O que é que têm e o que não têm mas queriam ter? O que pode ser melhorado? O que podem fazer para melhorar isso?

 

Com o Verão aí à porta, este é um excelente exercício para se fazer nas férias - ou seja, é uma excelente oportunidade para fazermos um ponto de situação à nossa vida profissional e perceber o que necessitamos de fazer para alcançar o sucesso.

A perder o medo

Medo.

Medo é aquela palavra que nos assusta. O medo é muitas vezes a razão de muitos problemas na nossa vida.

Quantas vezes deixamos de fazer algo de que gostamos porque temos medo de arriscar? Medo de falhar? Medo de perder? Medo do que vão pensar de nós? Medo de tentar e conseguir?

 

Quando tenho medo de tentar, fico numa pilha de nervos, super ansiosa, sem respirar a pensar mil e quinhetas vezes na minha cabeça "o que é que eu faço?". O que eu realmente queria fazer era ficar na minha cama e esperar que as coisas passassem, qual criança que faz birra.

Mas as birras não resolve problemas ou ultrapassam obstáculos e cada vez mais sei que é na acção que o medo desaparece.

 

Se temos receio de ir falar com alguém, é quando vamos falar e percebemos que a conversa até nem foi tão má quanto a imaginavamos na nossa cabeça; se temos medo das alturas, é quando experimentamos uma diversão que percebemos que afinal não custa; se temos medo de contar à nossa família as nossas paixões, é quando contamos que percebemos que recebemos apoio e compreensão.

 

É através da prática que colocamos os nossos medos em cheque. É através da acção que enfrentamos os nossos medos. É através do colocar em prática que conhecemos os nossos limites. É através da saída da zona de conforto que testamos a nossa capacidade de realizarmos os nossos sonhos.

De cada vez que tenho medo e ajo, sei que me vou sentir melhor depois. Sei que na minha cabeça custa naquele momento, sei que o meu corpo está ansioso e não quer ir em frente, sei que morro de medo só de dar aquele passo - mas também sei que depois de tomada a decisão e de agir, vou-me sentir mil vezes melhor por ter conseguido ultrapassar essa barreira e superar-me.

 

O medo existe para termos instinto de sobrevivência e existe para superarmos essa sobrevivência e passarmos a viver. E só agindo é que deixamos o medo para trás e caminhamos em direcção ao futuro. Viver em medo é sobreviver - e viver para lá do medo é o começo da verdadeira vida!

Vais perder a vida vivendo

Escrever é a minha vida, sobre isso não há grande coisa a se dizer. E desde que comecei esta maratona dos blogues, tenho percebido que gosto de escrever de várias maneiras em diversas plataformas e também em várias línguas.

Desde que descobri o Medium há uns meses que dedico também algum tempo a expressar as minhas ideias em inglês, no sentido em que existem certos tópicos que penso que funcionam melhor quando escritos em inglês.

 

Contudo, isso não quer dizer que eles não possa ser traduzidos e partilhados com vocês e foi por isso que decidi traduzir este post que escrevi o mês passado no Medium, pois penso que é uma ideia que encaixa na visão do Erre Grande.

 

Pode ler o original aqui na íntegra bem como a versão portuguesa que postei no LinkedIn: (link)

 

Alguma vez ouviste alguém dizer aquela frase "algumas pessoas vivem e outras apenas respiram" para dizer que algumas pessoas vivem a vida a 100% e outras apenas parecem que estão cá de passagem?

Acho que esta expressão ilustra a ideia de que alguns de nós estão a viver a vida, a descobrir novas coisas, a crescer e a aprender todos os dias, enquanto outros estão a perder todos esses momentos, porque não agem ou não tomam a decisão de agir e agarrar as oportunidades que a vida lhes dá. Depois das férias da Páscoa comecei a pensar nesta ideia e talvez nós não estejamos a perder a vida.

 

Nas férias da Páscoa, decidi ir de fim-de-semana fora para visitar a minha família paterna e na véspera a minha irmã disse-me que os meus tios maternos tinham chegado a Lisboa e que iam todos almoçar fora no domingo. Eles tinham vindo a Lisboa para estar comigo mas eu não poderia estar com eles porque estaria fora com o outro lado da família.

Senti-me um pouco culpada porque não iria conseguir estar com a minha família materna mas ainda não tenho o talento de conseguir estar em dois lugares ao mesmo tempo. A ideia de que estava a perder a oportunidade de estar com a minha família fez-me relembrar uma experiência que tive há uns meses atrás.

 

Em outubro do ano passado, tive três semanas a fazer um curso pós-laboral, o que fez com que não tivesse tempo para me dedicar a outros projectos importantes. Estive fora nesses dias a ir ao trabalho e a dedicar-me ao curso, pelo que não fiz nada para o meu outro projecto, e senti-me culpada porque estava a colocar uma paixão minha em standby enquanto outras pessoas com quem trabalho estavam a alimentar a minha e a sua parte. Enquanto a minha equipa estava a ter reuniões e a concretizar ideias, eu estava fechada numa sala a aprender sobre desenvolvimento pessoal. Eu não estava a fazer o que os outros estavam a fazer e senti que estava a ficar para trás - eu estava a perder a oportunidade de fazer crescer o meu negócio para poder fazer um curso que poderia ou não contribuir para o meu crescimento.

 

Até que percebi que eu não estava a ter as reuniões que os outros estavam a ter mas os outros não estavam comigo a aprender. Eu estava a perder a experiência deles mas eles também estava a perder a minha experiência.

Tal como eu estava a perder o meu almoço de família, nós todos também estamos a perder outras experiências que outras pessoas estão a viver. Numa sexta-feira à noite, uma pessoa está na discoteca enquanto outra está em casa a ver um filme com a família e outra pessoa está a estudar para um teste importante - e cada uma delas está na sua experiência a perder a do outro. Será que não sair a uma sexta à noite é não aproveitar a vida?

 

A questão é que todos nós vamos perder oportunidades ao viver oportunidades.

Sim, vamos todos perder oportunidades. Sim, não vamos poder fazer muitas coisas. Sim, vamos perder muitos momentos. Mas apenas vamos perder esses momentos porque estamos a viver outros.

 

O propósito da vida não é aproveitar qualquer oportunidade que nos apareça à frente mas sim aproveitar as oportunidades que estão de acordo com o nosso ser e com os nossos objectivos. Devemos sim aproveitar as oportunidades que nos fazem crescer e que contribuam para aquilo que designamos como algo que nos traz felicidade.

 

Viver a vida a 100% é entender que devemos fazer as coisas que escolhemos fazer; que certamente iremos fazer coisas que toda a gente faz e que nós não fazemos; e é normal não fazermos essas coisas todas porque essas coisas podem não nos satisfazer. Penso que devemos aceitar que não vamos viver todas as experiências do mundo porque nem todas elas são importantes para nós. Se eu acabar a minha vida sem fazer um salto de pára quedas ou não visitar a Taj Mahal, não quer dizer que não tenha aproveitado a minha vida como deve ser, porque essas experiências podem não ser importantes para mim. Em contrapartida, posso ter experimentado 20 brunchs diferentes onde vivo e ter ido ver 50 filmes com os meus amigos e ser mais feliz assim, porque essas experiências são muito mais importantes para mim. São essas experiências que me fazem sentir viva. 

 

Assim, viver a vida, aproveitar a vida, viver como deve ser depende da definição de cada um de nós. Viver a vida não é estar em todo o lado a toda a hora, mas sim escolher os momentos que queremos viver e estarmos completamente focados a vivê-los.

 

Neste momento, estou num café a acabar este texto (a um fim-de-semana), quando poderia estar em casa a preparar as marmitas da semana ou estar no centro comercial às compras. Estou certamente a perder o jogo de futebol que a minha irmã foi ver, estou a perder a festa de aniversário de um conhecido meu mas não estou mal com isso porque eu escolhi estar aqui e agora. E neste aqui e agora eu não estou a não viver - eu estou a viver em pleno porque estou a fazer aquilo que quero fazer.

O que fica bem a uma mulher?

Ontem vi bastante mulheres a partilharem este artigo do Público nas suas páginas de Facebook. Abri-o logo de manhã mas só tive oportunidade de ler à hora de almoço.

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Em dez pontos essenciais, tenho de tirar o chapéu à Alexandra Lucas Coelho, pois abordou muitos temas sobre o feminismo actual: o que é ser feminista, o que uma mulher tem de "aturar" hoje em dia numa sociedade actual só por ser mulher.

 

Para o ERRE, a mulher é um ser humano profissional capaz de reunir em si todas as competências necessárias para construir o seu futuro, independentemente da área que escolha, dos estudos que tenha, dos obstáculos que tem de enfrentar. Juntando a massa cinzenta com uma enorme determinação em concretizar objectivos, qualquer mulher consegue chegar onde quiser sem ter de ser mais ou menos mulher, mais ou menos masculina, mais ou menos independente, mais ou menos inteligente - e é exactamente por isso que esta crónica responde a muitas questões que as mulheres podem ter sobre si e a imagem que projectam para o mundo.

 

Aqui deixo a minha ideia preferida, que se encontra mais no final do texto:

 

A ideia de ter de escolher entre ser feminista e pintar as unhas ou receber flores, tudo isso me parecia uma ganga opressiva. Eu não queria a dama-de-ferro, a dona-de-casa, nem nenhuma outra gaveta, não queria pouco, como diz a canção do Caetano (falo de quantidade e intensidade / bomba de hidrogênio / luxo para todos). Queria ser o que me apetecesse, usar o que me apetecesse, dormir com quem me apetecesse, sem ninguém, feminista ou machista, vir ditar modelos, ou eu ter de encaixar. E continuo a querer, rapar o cabelo ou ser a rainha da Prússia. Nunca me deu para casar de branco, parece-me tão improvável quanto tatuar o corpo todo, mas acho lindo o branco e a tatuagem em quem quiser. Estamos vivas para todas as vidas.

O que é ser feminista em 2016? Lutar contra o abuso e para manter todas as possibilidades em aberto, casar com homem, com mulher, com deus, com ninguém ou mudar de sexo. Para que a única resposta quanto ao que fica bem a uma mulher seja: o que lhe der na real gana.

 

Adoro Segundas-feiras #6

Lembra-se das primeiras vezes que andou de bicicleta, quando começava a andar e caia e esfolava os joelhos? Caia, magoava-se, chorava e dizia que nunca mais queria voltar a andar. Mas os seus pais insistiam e diziam "vá, anda, tu vais perder esse medo". E lá voltava a andar, lá voltava a cair, até que um dia conseguia andar sem cair e com o passar do tempo andar de bicicleta tornou-se tão fácil quanto respirar.

É estas pequenas lições de vida que nos mostram que os nossos medos só podem ser enfrentados com a prática. Já na vida adulta, quando queremos pedir uma promoção, iniciar um novo projecto, sair da empresa ou abrir uma empresa sozinhos, aquele passo que demora a dar, aquele passo que nos aterroriza é geralmente um sinal de que aquilo que tanto nos aterroriza é a coisa certa a fazer.

 

Onde está a paixão está também o medo de perder essa paixão. Mas é aí que vale a pena insistir e lutar.

 

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Acompanhe o Erre Grande!

Erre Grande começou há um par de meses e já se tornou no meu bebé de eleição. Não descurando o trabalho de um ano realizado no Agora a Sério, o irmão mais velho, este blogue sinto-o mais como um projecto, algo profissional, um embrião daquilo que gostaria de fazer para o resto da minha vida. E por isso, entre trabalho, projectos, ginásio, família e amigos, tento sempre tirar algum tempo para ir alimentando esta ideia e fico sempre contente quando o vejo a crescer todos os dias, um pouco que seja.

 

E se querem ver como o Erre Grande cresce, também também acompanhá-lo por email. Com pelo menos 2 posts por semana, pode receber as novidades no email todas as semanas. Basta subscrever na barra do lado direito.

 

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"Sozinho, vais rápido. Com companhia, vais mais longe" e o Erre Grande gostava muito de vos ter nesta viagem. Até já!

 

A escada do sucesso

Sucesso...sucesso...sucesso...muito se fala sobre o sucesso hoje em dia. O sucesso profissional, o sucesso pessoal, o sucesso em liderar pessoas, o sucesso a inovar, o sucesso a inspirar outros a fazer o mesmo. Mas o que é preciso para ter sucesso?

 

Quando olhamos para grandes figuras da actualidade, como políticos, empreendedores, artistas, filósofos, todos dizem que o sucesso não aconteceu de um dia para o outro. O sucesso é um processo de vários anos de muito trabalho e sacríficio, uma caminhada cheia de altos e baixos, uma maratona longa e sofrida.

 

Podemos dizer que o sucesso não é um elevador, mas sim uma escada, em que se começa a subir degrau a degrau, passo a passo. Mas nem sempre o caminho é sempre certo, pois por vezes um degrau é maior do que outro, por vezes voltamos atrás, por vezes não conseguimos chegar lá quando queríamos.

 

Na escada do sucesso, começamos com um potencial dentro de nós, pois há uma ideia que arde dentro de nós que nós queremos concretizar e então tomamos a decisão e arranjamos vontade para começar esta aventura. Depois dos primeiros passos, ganhamos confiança e pode-se sentir a nossa garra de querer fazer e acontecer. Ganhamos competências e capacidades para tornar tudo aquilo que desejamos em realidade. Mas nem sempre o caminho é fácil de percorrer, há imensos altos e baixos e é sem dúvida a persistência que nos faz continuar a querer concretizar o nosso sonho e a nossa dedicação a este nosso projecto bebé aumenta de dia para dia. Os nossos esforços contínuos todos os dias de forma intensa tornam-se em disciplina, ganhando rotinas e hábitos de trabalho que nos tornam profissionais naquilo que fazemos e é nesse ponto de viragem que nos superamos e alcançamos a vitória.

 

Como se pode ver na imagem abaixo, a vitória não vem nem no primeiro, nem no segundo e terceiros degraus, mas sim muito mais à frente. Porque a vitória só aparece no final depois de se ultrapassar todos os obstáculos, depois de se viver os grandes altos e baixos, depois de se superar as dificuldades, depois de se abraçar o medo e remar contra a maré.

 

O sucesso é uma longa e torturosa escada - mas ficar em terra e não subir até ao topo é imperdoável.

 

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Adoro Segundas-feiras #5

Mal vi esta frase sabia que a tinha de postar.

Porque tem a ver com o R. Porque tem a ver com a Resiliência. Porque tem a ver com uma escolha básica que temos de fazer todos os dias: vamos preferir viver a vida a 100% e agir para conseguirmos aquilo que queremos ou vamos acordar um dia e sentir que podiamos ter feito muito muito mais do que aquilo que fizémos, simplesmente porque deixámos que as pessoas, o trabalho, as circunstâncias e a nossa preguiça levassem o melhor de nós?

Cada vez mais sei que independentemente de todos os obstáculos e medos que possa ter, tudo se resume a esta decisão que eu devo tomar os dias. E se há dias em que estou frustrada, chateada, medrosa e triste, tenho de levantar a cabeça e lembrar que arriscar tira-me da minha zona de conforto e deixa-se assustada mas que arrepender-me de não o ter feito vai-me me doer muito mais do que tentar agora!

Boa segunda-feira, cheia de energia ou cheia de medo, mas que seja sempre uma boa segunda-feira!

 

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