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Erre Grande

Diário motivacional de quem sabe o que quer: viver, aprender e crescer profissional e pessoalmente.

Erre Grande

Diário motivacional de quem sabe o que quer: viver, aprender e crescer profissional e pessoalmente.

Quatro Formas de divulgar o seu blogue

Ter um blogue não é só escrever o que se pensa e está bom. Para quem realmente quer ter um blogue a sério, tem de pensar no conteúdo, nos temas, na escrita. E também terá de pensar em como pode fazer chegar a sua mensagem ao maior número de pessoas.

Esta conversa pode parecer um pouco narcisista mas o mundo dos blogues é um pouco assim: podemos escrever para os nossos amigos e família ou só para nós. E também podemos escrever para um público mais largo e até ter uma carreira focada neste meio: e se esse é o objectivo então temos de divulgar.

E aí surgem as perguntas importantes: como chego ao maior número pessoas? Como posso ter mais visitantes? Como posso ter mais pessoas a visitarem-me e a comentar?

 

Um blogue é uma plataforma onde se pode partilhar ideias, pensamentos, produtos, serviços e a sua divulgação é importante, nem que seja para mostrar ao mundo que estamos aqui e que ele também pode ter ideias semelhantes às nossas.

Com o crescimento brutal das redes sociais e da importância da publicidade na Internet, que ferramentas posso usar para divulgar o meu blogue?

 

- A plataforma de alojamento importa

Quando quis criar o meu primeiro blogue em português a sério, escolhi utilizar o Sapo Blogs. Primeiro, vi que uma boa parte das bloggers mais conhecidas a nível nacional utilizavam esta plataforma e porque vi que se dava primazia por conteúdos em português e de ideias originais de escrita, e não meramente fotografias ou músicas partilhadas. Para podermos ter uma boa divulgação, temos de pensar no nosso público e temos de perceber se ele está em Portugal, no Blogger, no Wordpress ou noutra plataforma. O primeiro objectivo será ter um blogue que seja visto e por isso temos de escolher a melhor plataforma para tal efeito.

 

- As redes sociais são indispensáveis

Partilhar o blogue com amigos e familiares nas redes sociais parece ser fácil mas se quer ter um ar mais profissional, crie um página no Facebook. O nosso blogue é o nosso trabalho mas náo é a totalidade da nossa identidade, pelo que temos de o separar da nossa "identidade virtual". Além disso, podemos seguir blogues ou outros websites com interesses comuns ao nosso blogue e assim criar mais visibilidade. O LinkedIn pode ser um ponto a favor para quem escreve sobre negócios e o Medium é ideal para escrita criativa ou em inglês. Quantas mais plataformas utilizarmos, mais alcance teremos, desde que escolhamos os sítios certos a publicar consoante o público que queremos atingir.

 

- O email não é coisa do passado

A nova funcionalidade do Sapo Blogs permite que os seus leitores possam receber todos os artigos da semana na sua caixa de email. É fácil esquecermo-nos um dia ou outro de verificar os nossos blogues preferidos mas alguém se esquece de ver o email mais do que uma vez por dia? O email é mais uma forma rápida e prática de chegarmos às pessoas que podem não conseguir aceder às redes sociais mas que têm ligação à internet. Além disso, termos o endereço de email de um leitor mostra-nos o seu interesse directo em ler aquilo que publicamos e melhor que o alcance só mesmo o engajamento do público.

 

- Estar presente em directórios

E se existisse uma plataforma que agregasse todos os blogues do mundo para que pudesses ler tudo aquilo de que gostamos em apenas um clique? O Bloglovin nasceu para ser o Facebook dos blogues, uma plataforma agregadora de blogues onde podemos ver todas as actualizações no nosso feed personalizado. Funciona bastante bem para blogues de moda e para imagem pois a leitura pode ser feita em simples scrolldowns. Mais uma vez, ter mais do que uma plataforma para divulgar o nosso blogue é essencial, ainda mais quando essa plataforma é dedicada a 100% a esse conteúdo.

 

Resumindo, para divulgar um blogue de forma eficaz temos de saber quem é o nosso público, onde é que ele anda e utilizar o máximo de ferramentas disponíves, pois é  com uma estratégia com muita acção que os resultados aparecem!

 

 

O que é a Páscoa?

Esta semana que passou foi a celebração da Páscoa, uma tradição religiosa cristã e católica celebrada todos os anos em Portugal.

Sobre o significado da Páscoa, ouvi na RFM no sábado de manhã uma conversa que a locutora Carla Rocha estava a ter com um padre. Ele explicava que a Páscoa é o símbolo de passagem: para judeus, é a passagem da escravidão para a caminhada para a terra prometida e para os cristãos era a passagem de Jesus Cristo morto para a reussureição.

Mas o discurso que ele teve a seguir foi muito mais interessante. Ele disse algo do género:

Páscoa significa passagem e é exactamente isso que devemos fazer na nossa vida. A vida é feita de passagens e a Páscoa serve para reflectirmos a nossa passagem. A nossa rotina cheia de hábitos feitos de fomra repetitiva deixa-nos pequenos, impede-nos de crescer e de sermos maiores. Óbvio que devemos cultivar bons hábitos mas devemos estar em constante passagem de bom para melhor, de menos para mais. Devemos sempre estar a passar por várias fases da nossa vida, para que onde não haja respeito, haja respeito, onde não haja amor, haja amor, onde não haja perdão, haja compaixão.

 

Para quem é religioso, esta é uma mensagem bastante adequada mas para aqueles que acham que é só mais uma mensagem "lá da igreja e dos padres corruptos", deixo a sugestão de lerem melhor a ideia que está por detrás deste pensamento.

A vida não é uma estrada recta e limpa em alcatrão polido. A vida é uma estrada de terra batida, cheia de curvas e contra curvas, altos e baixos, buracos mais ou menos profundos. E nós temos de contornar essas pedras, subir as lombas e descer os buracos sem cairmos, sem nos deixarmos estar, sem parar de querer chegar ao fim do caminho.

O que se quer dizer com a Páscoa/passagem é que as pessoas devem estar constantemente em movimento, em mudança, para que conheçam mais a vida, as pessoas, os lugares que este mundo nos disponibiliza. Ter uma casa, uma família, um lugar e uma rotina deixa-nos seguros e confortáveis e isso é bom para termos uma boa base de valores mas há que procurar mais, há que ter mais, há que querer mais.

 

Assim, depois de terem passado a Páscoa em família ou com amigos, depois de terem comido as amêndoas e os folares, depois de terem aproveitado a sexta-feira feriado, pensem qual será a vossa próxima passagem, a próxima mudança para chegarem mais longe na vossa vida. Pequena ou grande, desde que haja mudança, desde que haja movimento, haverá crescimento - e isso é que é ter uma vida. 

 

Mais um feriado?

Os portugueses devem ter acordado mais bem dispostos esta segunda-feira: a semana de trabalho tem apenas quatro dias e sexta-feira é livre. É que não há melhores notícias que um fim-de-semana prolongado por causa do feriado da Páscoa, certo?

 

Quanto a este feriado, não posso dizer grande coisa, pois nem a semana passada me lembrava que ia ter a sexta-feira livre. Só na segunda-feira é que, em conversa, percebi que a semana iria ser mais "pequena". A semana passada estava a trabalhar e nem me lembrei que na semana seguinte seria a Páscoa. E quando me apercebi que ia ter apenas quatro dias de semana de trabalho, não fiz a festa. A minha reacção foi mínima, até.

 

Porquê? Porque não fiquei alegre por ter mais um dia de folga? Porque não fiquei contente por ter mais 24 horas em que posso organizar o meu tempo e dedicar-me a fazer coisas de que gosto? Porque não comecei a fazer logo grandes planos do que poderia desenvolver?

 

Porque um dia é mais um dia. Um dia continua a ter 24 horas e fico bastante contente por ter quase todas essas horas para aproveitar e fazer algo de que gosto. Contudo, não é um dia livre que vai mudar a minha vida. Não são 24 horas a mais que vão poder mudar a minha vida por completo.

Aquilo que vejo de cada vez que há um feriado é uma sensação de alívio das pessoas, o que me mostra o quão descontentes as pessoas estão com a sua vida. Qualquer minuto de silêncio e fora do trabalho é encarado como uma salvação. Será que estamos assim tão desesperados por tempo livre? Porque levamos a nossa vida desta forma? Não deveríamos levar a nossa vida desta forma. Não deveríamos viver para dois dias. Se pulamos de alegria cada vez que temos um dia livre, algo está errado. 

Porquê?

Porque não estamos a aproveitar o que temos. Não estamos a dar valor ao que temos na nossa vida. O ser humano é um animal profundamente infeliz, que procura sempre mais e melhor e penso que todos nós somos um pouco assim.  Queremos uma melhor casa, um melhor emprego, um melhor salário, melhores condições para a família. Mas mesmo que não tenhamos a vida ideal, devemos sempre olhar para aquilo que já temos e que é bom. Se dermos sempre valor aos nossos amigos e família, ter um dia a mais da semana pode ser fantástico para passar o dia com eles e essa é uma alegria imensa - mas para quem já dá valor àquilo que tem, esse dia livre é só mais um dia. 

A vida é feita de experiências e todos os minutos o mundo comunica connosco, enviando-nos mensagens e oportunidades. Aqueles que têm uma vida feliz são aqueles que estão despertos a esses sinais e por isso todos os momentos são para se aproveitar, quer seja uma segunda-feira de manhã ou uma quinta-feira à tarde.

 

Assim, deixo aqui uma última mensagem: aproveitem o dia de amanhã, não porque é feriado mas porque é mais um dia para se viver.

Aprender a lidar com a frustração

Para conquistar a frustração, devemos olhar para os objectivos e não para os obstáculos - T.F. Hodge

 

Todos vivemos uma vida aparentemente normal, com rotinas pessoais de trabalho que tornam os nossos dias mais ou menos iguais. Para alguns de nós, isso funciona mas há outros que querem algo diferente. Para as pessoas que estão descontentes com a sua realidade, a solução passa por embarcarem numa aventura a solo, a terem os seus próprios projectos ou empresas.

E assim começam a sair da zona de conforto, a remar contra a maré, a construir algo que nem todos a princípio podem entender. E quando entram nessa aventura, muitas vezes lidam com a frustração. Quando as coisas correm menos bem, quando um compromisso falha, quando algo se desvia do plano, sentimo-nos irritantos, frustrados e angustiados com a nossa jornada. Pensamos logo: porquê eu? porquê isto? porquê agora? porquê, porquê, porquê...

 

Lidamos com a frustração todos os dias. Quer seja profissional ou pessoalmente, o sentimento negativo de não termos conseguido concretizar algo pode-nos deitar abaixo e fazer-nos sentir derrotados.

Contudo, uma das principais características do sucesso é aprender a lidar com a frustração. No meu caso, deve-se dizer que não é de todo fácil mas tenho conseguido encontrar a motivação para continuar a fazer aquilo de que gosto.

 

Quanto a este assunto, a única dica que posso dar é um conselho de um amigo meu, que deixo abaixo, num repost que deixei no Epá Logo Se Vê:

 

Podes te sentir frustrada, é normal. Mas vais ter que lidar com ela toda a vida. E vais ter que ser gentil contigo própria
Não vale a pena te criticares. Vais ter que saber lidar com a frustração.
Somos miúdos de fraldas, temos que continuar a procurar num oceano onde existem mais de 90% de pessoas pouco visionárias, é normal levar com a rejeição.
Podes sempre melhorar, depende de ti. Porém, existem coisas que não vais poder controlar na vida.
Não quero que olhes para a frustração como uma fatalidade.
Vão sempre existir oportunidades para agarrar, basta estarmos vivos.
Quando costumo dizer: "Não sei o que diga". Não existem muitas coisas que sejam certas na vida, por isso não consigo dizer que X ou Y vá acontecer.  É apenas uma questão de continuar a fazer o que é certo para nós e focar a mente em algo construtivo, deixar a mente longe do stress.

 

A frustração vai sempre andar connosco. Vamos encontrá-la todos os dias, em qualquer coisa, em qualquer lugar, quando se está ou não à espera. Contudo, ela torna-se menos pesada quando aprendemos a lidar com ela, quando a aceitamos e procuramos outras coisas. A frustração é uma emoção negativa, mas não deixa de ser uma emoção que precisamos de sentir, pois essa emoção pode ser a alavanca para nos mexermos para fazermos realmente aquilo que queremos.

 

Que a frustração nos faça pensar "nunca mais quero isto!" e nos ponha a mexer para algo melhor.

A preserverança das crianças

Todos os dias vou ao Medium espreitar alguns artigos de inspiração e esta semana encontrei este que me fez pensar sobre o assunto.

Com um título apelativo "Vive como uma criança", o primeiro parágrafo despertou-me logo à atenção e fiquei alguns minutos a reflectir sobre aquelas palavras.

Kary Oberbrunner, um coach orador, falava num dos seus seminários: "Se o cérebro humano fosse colocado no cérebro de uma criança, a criança demoraria 80 anos a aprender a andar. Isto porque iria estar tão focada no medo de cair ou de tropeçar em vez de estar concentrado em aprender".

 

De facto, as crianças são o melhor do mundo. Mesmo quando passamos aquela fase de que odiamos crianças porque são chatas e fazem barulho, ninguém lhes é indiferente e, nos momentos mais inesperados, conseguem arrancar-nos um sorriso.

As crianças conseguem ser mágicas porque são inocentes, honestas, sinceras, humildes, interessadas e extremamente curiosas - e assim o que podemos aprender delas?

 

Imaginemos o cenário: uma criança está a aprender a andar. Dá um ou dois passos com a ajuda do pai, que lhe agarra os pulsos pequenos. Com alguma autonomia, o pai deixa-a ir e a liberdade entusiasma a criança. E ela começa a mexer as perninhas, sempre a andar. Anda, anda e anda, e corre mais um pouco até que cai. A criança fica sentada no chão a olhar à volta e pensa: "oi? O que aconteceu? Que é isto de cair? Estava lá em cima e agora estou cá em baixo, que aconteceu?". Que surpresa esta! O pai ri-se e meio preocupado pega na criança e volta a colocá-la de pé. Empurra-a para a frente e deixa a continuar o seu caminho.

Uns dias mais tarde e acontece exactamente o mesmo. A criança está a brincar com uns amigos, aleija-se no joelho, chora, pede ao pai colo e uns minutos mais tarde vê as outras crianças e vai correr de novo.

 

O que podemos aprender com isto? As crianças andam, caem, levantam-se e voltam a andar. As crianças não estão a pensar se doeu cair, se estão feridas, se os outros meninos as viram cair, se alguém as vai ajudar, se estão bem vestidas, se estão sujas. As crianças apenas querem fazer aquilo que querem fazer, mais nada. Estão tão concentradas a viver o presente que não pensam em mais nada - não lhes interessa se já cairam e partiram a cabeça ou se subirem as escadas vão esfolar o joelho.

As crianças podem ser completamente descuidadas consigo próprias, irritando muitos pais e colocando-se em situações de perigo pois não têm noção. Contudo, elas dão uma brilhante lição de persistência aos adultos. Quando caímos, temos de nos levantar. Quando falhamos, temos de tentar de novo. Quando nos magoamos, limpamos as feridas e voltamos ao activo, sempre com a mesma curiosidade e ambição, sempre com o mesmo optimismo.

 

As crianças vivem sem medo - e os adultos também deviam ser assim.

 

 

A utilidade de um computador híbrido

Estamos rodeados de tecnologia. Se na década de 1990 muitos duvidavam do impacto dos computadores, hoje sabemos que não podemos viver sem estes aparelhos. A tecnologia informática e digital trouxe-nos os PC, os computador portáteis, os smartphones, os tablets, os computadores híbridos e os smartwatches. Já não conseguimos viver sem um destes aparelhos e a importância que têm na nossa vida é tanta que se sairmos de casa sem o telemóvel sentimo-nos despidos.

 

A minha última compra tecnológica foi um tablet com teclado/um portátil híbrido. Pode parecer mais um capricho de alguém que já tem um smartphone que dá para ver as principais novidades e um computador de 13 polegadas, mais pequeno do que os normais exactamente para ser mais fácil de transportar. Mas comprei-o à mesma e penso que foi a melhor compra que já fiz.

Um computador híbrido é uma mistura de um tablet com um computador. Junta o pequeno ecrã funcional de um tablet e a utilidade prática de um teclado. Um híbrido permite a pessoa só andar com o tablet mas, a qualquer altura, pode colocar um teclado para poder trabalhar mais facilmente.

 

Já era fã do meu pequeno tablet, por me permitir ver emails e notícias de uma forma rápida e prática. Já sabia que queria algo portátil, algo fácil de utilizar, algo que fizesse o básico e que não desse grandes trabalhos de manutenção.

Nos últimos tempos, queria algo mais, pois para um blogger, é necessário escrever. É necessário estar a par das novidades e um tablet ajuda à leitura de conteúdos mas quando é preciso passar para a acção, precisamos de algo mais. Contudo, não acho nada prático andar com um computador de mais de 1kg na mala: demora a ligar, a bateria pode-se gastar facilmente, tem muita memória, pesa nas costas e no ombro, o transporte não é o mais prático.

Com o meu novo brinquedo, descobri que posso fazer o que quiser em qualquer lado. Depois do trabalho, posso sentar-me num café e apenas escrever algo em meia hora. Posso só trazer o tablet de casa e ver alguns vídeos no autocarro. Posso ir à net despachar emails enquanto espero pelo almoço num snack bar. As vantagens são imensas e não poderia estar mais satisfeira. (estou a escrever este post num café com Wifi, num final de dia, para poder aproveitar o tempo).

 

Sei que por vezes podemos consumir tecnologia a mais e que temos demasiados aparelhos electrónicos na nossa vida, esquecendo-nos, por vezes, de comunicar com as pessoas e manusear outras ferramentas que igualmente nos ajudam no dia-a-dia. Sei que também um tablet ou um hibrídio é um investimento que não deve ser feito de ânimo leve e o mesmo aconteceu comigo. Fiz a minha pesquisa antes de comprar o aparelho que quis e não me arrependo.

 

Para quem é blogger, está a dar os primeiros passos ou está dividido entre comprar um tablet ou mais um computador, deixo aqui algumas razões porque um híbrido é o melhor de dois mundos:

 

  • Há hibridos a qualquer preço, pelo que temos várias opções de escolha;
  • As ferramentas disponíveis em cada modelo são bastante variadas, podendo escolher um mais para lazer e outro mais profissional;
  • Um híbrido é um tablet, pelo que temos todas as vantagens que um tablet tem;
  • Com o teclado incorporado, temos a vantagem de poder fazer alguns trabalhos mais demorados e com mais investimento de escrita;
  • Se não queremos o teclado, deixamos em casa, simples;
  • Se só queremos o tablet, podemos andar com ele na capa;
  • Um híbrido pode ser um netbook mais pequeno e por isso mais prático;
  • Um híbrido pode ser mais barato;
  • É um portátil ainda mais portátil, leve, fácil de utilizar;
  • Tem menos memória e, por isso, não serve armazenamento mas não tem tanta memória, pelo que é raro ficar lento;
  • Podemos transportá-lo em qualquer mala mais pequena, sem comprometer as costas ou os ombros, pois é bastante leve.
  • Para blogues de escrita, é a ferramenta perfeita!!

 

Então, gostava de ter um híbrido?

E quando não sabes o que fazer?

Para quem escreve e tem um blogue chega sempre aquele dia. O dia em que o ritmo abranda, as ideias desaparecem, a energia está baixa e não sabemos o que escrever.

Tudo começa com grandes ideias, demasiadas ideias. No caso de um blogger, parece que a todo o minuto, todos os dias, temos algo para fazer, escrever, dizer, falar, comentar. No início, queremos dizer tudo a todo o mundo e temos de nos conter para criar algo com pés e cabeça.

E depois chega o dia de hoje, ou o dia de ontem, que também foi igual. Um dia em que apesar de termos lido muita coisa e de falarmos de muita coisa, não sabemos bem do que falar.

 

O mesmo se passa nos negócios, no trabalho e na vida. Começamos com algum projecto, uma nova ideia, um novo cliente, um novo trabalho, uma nova função, uma nova etapa de vida. No início, estamos entusiasmados ou assustados, porque não sabemos o que vai acontecer. Temos curiosidade sobre o assunto, temos interesse no assunto. Ainda estamos em fase de adaptação e, por isso, investimos no que estamos a começar a fazer.

Com o tempo, vamo-nos habituando e, talvez um pouco mais confortáveis, começamos a ter mais ideias, a investir algo de nós. No caso deste blog, se no início procuro contéudo, depois procuro consistência e qualidade nos conteúdos apresentados. Depois de já estar "habituada" à escrita e às ideias, vou à procura de mais e de melhor. Até que chega o dia de hoje, em que abro o backoffice, vejo que tenho três ou quatro ideias pendentes mas nenhuma me parece boa.

 

Abro uma folha em branco e pergunto-me: o que é que eu vou escrever?

Quando tens de fazer algo e não sabes o que fazer? Quando precisas de criar algo e até tens tempo e paciência para te dedicares a algo mas não fazes a mínima ideia do que fazer?

A resposta está na acção!

Começa a fazer e depois logo se vê!

 

Quanto nos sentimos parados, quando não temos ideias, quando não sabemos o que fazer, quando temos medo de arriscar algo, a melhor forma de ultrapassar esse impasse é agindo. É fazendo alguma coisa, é dar aquele primeiro passo que é o mais difícil. E exemplo disso é este post, que afinal tornou-se em alguma coisa. Porque como comecei a escrever, não sabendo ainda para onde iria, consegui chegar a um destino, a um propósito, a uma ideia, a um fim.

Se tem a grande qualidade que desejava? Talvez não. Se está minimamente bom para ser publicado? Penso que sim. Se no final das contas eu consegui aquilo que queria, que era ter um post escrito? Sim, consegui! Através da acção, combati a inacção e cheguei ao meu objectivo.

 

Por isso, aqui fica o rémedio para qualquer medo, incerteza ou preguiça - uma boa dose de acção!

 

 

Dia Internacional da Mulher - Websites para visitar

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Dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.

 

Que seja um dia para celebrar todas as mulheres, em todos os cantos do mundo, de todos os credos e etnias. Que seja um dia para recordar que os direitos das mulheres são direitos humanos e que por isso devem ser respeitados em todas as ocasiões, em todas as situações, em todo o mundo.

 

Para celebrar este dia, deixo aqui sugestões de plataformas online, revistas e outros projectos que têm feito um pouco todos os dias para que eu me torne uma mulher mais confiante, determinada, proactiva e trabalhadora, sempre com a crença de que vou conseguir concretizar todos os meus objectivos com muito trabalho.

Dêem também sugestões para criar um diálogo positivo sobre o feminismo e o papel de mulheres na sociedade portuguesa!

 

Plataformas nacionais:

 

Capazes, associação feminista

Executiva, revista sobre mulheres de sucesso em cargos executivos

WomenWinWin, para mulheres empreendedoras

Women's Health Portugal, revista de desporto

Beatriz Costa, youtuber comediante

Bumba na fofinha, blogger

A Gaja, bloger

A Pipoca Mais Doce, blogger

 

Plataformas internacionais:

 

Gloria Steinem, feminista histórica e escritora

Levo League, plataforma nova-iorquina com o objectivo de educar jovens millenials para a carreira, empreendedorismo e networking

Lean In, organização não governamental criada Sheryl Sandberg, COO do Facebook

Her Agenda, plataforma online com eventos, conferências e experiências para jovens mulheres se manterem sempre "ocupadas" com projectos enriquecedores.

Ivanka Trump, website oficial da empresária Ivanka Trump, com dicas para mulheres empreendedoras

The Skimm, newsletter que descomplica as notícias nos EUA e no mundo

Lenny, newsletter da actriz e produtora Lena Dunham, criadora de Girls, com entrevistas e testemunhos de assuntos actuais

Career Contessa, plataforma online com "conversas honestas sobre o trabalho e a vida"

SLiNK Magazine, revista inovadora para mulheres plus size

Bossbabe, website para jovens empreendedoras

My Favourite F Word Is Feminism, facebook sobre feminismo

 

E se desistisse?

Se tivesse um sonho e pensasse em desistir?

Por vezes, temos um sonho, um objectivo e nem sempre é fácil concretizá-lo. Existe muita luta, muito sacríficio, muito suor, muitas lágrimas, muita frustração, muitas noites em claro, muitas noites mais dormidas, muitos esgotamentos e muitas emoções intensas.

E há momentos em que nos apetece largar tudo, deixar de trabalhar, voltar à rotina e à vida fácil, voltar a dormir sem preocupações, voltar a ter uma vida como as outras pessoas têm e esquecer que alguma vez quisémos algo diferente da vida, algo mais "normal".

 

Se tivesse um sonho e pensasse em desistir, será que o faria?

E se no momento em que desistisse perdesse o seu sonho para sempre?

E se no momento em que desistisse estivesse a um passo do sucesso?

E se estivesse a apenas um mês, uma semana, um dia, de algo muito bom acontecer?

E se continuasse a agarrar-se a tudo o que tem e seguisse em frente?

E se tudo por aquilo que passou foi só um grande teste para o tornar mais forte?

E se tudo por aquilo que passou foi só para lhe dar uma prova de que consegue tudo e que tudo aquilo que sonhou se tornará realidade?

 

Quando estamos na fossa e queremos mudar a nossa vida e não sabemos como, desistir não vai resolver o problema. Porque desistir nunca é a solução. Uma coisa é deixarmos de seguir alguns caminho, algumas pessoas, para podermos reencontrarmos o nosso propósito, a nossa vontade, o nosso sonho. Mas desistir? Desistir daquilo que mais queremos do mundo? Desistir daquilo que nos faz sentir vivos e despertos? Desistir da grande oportunidade para mudarmos a nossa vida completamente e para sempre?

 

Se realmente quer alguma coisa e está a fazer de tudo para a conseguir mas ainda não tem resultados, não desista. Persista.

 

Finalmente é sexta-feira?

É sexta-feira. FINALMENTE, É SEXTA-FEIRA!

Chegámos ao final da semana de trabalho. O fim-de-semana está mesmo aí à porta e muitas pessoas pensam:


"Finalmente, fim-de-semana!"
"Finalmente, vou descansar!"
"Finalmente, vou poder dormir até tarde!"
"Finalmente, não vou trabalhar"
"Finalmente, vou poder ir às compras!"
"Finalmente, vou aproveitar o dia!"
"Finalmente, vou poder ir passear"
"Finalmente, vou sair do escritório.

 

Sexta-feira é o dia oficial do finalmente. As pessoas trabalhar durante a semana e vivem ao fim-de-semana. A sexta-feira é como se fosse o início dos sonhos e, por isso, quando chegamos a domingo à noite, os sonhos acabaram e os pesadelos estão do outro lado da porta. Depois da sexta-feira, vivemos dois dias, às vezes como queremos, para depois acordarmos e cair na real.

 

Mas esta sexta-feira não vai ser assim.

Porque hoje é sexta-feira, vamos relembrar que não trabalhamos 5 dias para vivermos 2. Vamos relembrar que a vida é para ser vivida todos os dias. Vamos relembrar que todos os dias são para serem aproveitados e celebrados, e não só a sexta-feira. Vamos relembrar que os "sonhos" não começam num dia específico ou só acontecem ao fim-de-semana. Vamos relembrar que os sonhos são vividos todos os dias quando transformados em objectivos. Vamos relembrar que os sonhos são tornados realidade quando fazemos um pouco todos os dias para que no dia seguinte estejamos sempre mais próximo do nosso objectivo.

 

Finalmente é sexta-feira? Não, é sexta-feira e é mais um óptimo dia para ser feliz.

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